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À poeta que acorda o Amor, por Cândida Moraes
Salvador 09 de julho de 2022 Cara poeta que acorda o Amor, Estou aqui querendo ter uma goiaba na mão, com a da sua capa, e na outra, uma rapadura, pelas sensações que a sua pala
Bons tempos
Um texto de Roque Bispo Conceição, Roque de Boboso. Não foi preciso ser um acadêmico da Academia de Agulhas Negras para perceber a importância que o Exército Brasileiro efeti
SERÁ SERÁ E OS MENINOS DO BECO DA FELICIDADE, Santo Amaro, 8/2/2022, Bahia, Brasil.
“Vamos! Vamos! Que Será Será já está vindo! Corram!” Gritava o pequeno Lucas com os olhos arregalados feito os de um peixe fora d’água. Bom, mais uma vez estou aqui tent
Lançamento do livro Frutos Amargos & Fragmentos de um Pequeno Poemário, de Roque Bispo Conceição
Dia 15 de dezembro, em Salvador, na Casa do Benin, no Pelourinho, às 15h, o professor e escritor Roque Bispo Conceição, Roque de Boboso, apresentado pela professora Josenildes C
III Webinário Estudos Amadianos celebrou os cento e dez anos de Jorge Amado com edição de livro
A poética de algumas das personagens mais conhecidas das obras amadianas trazem consigo traços geoculturais que vinculam a Baía de Todos os Santos aos portos do Recôncavo, nota
Você tem entre 13 e 21 anos? Gosta de ler o mundo e escrever? Se ligue nas Oficinas Poesia Ouvida
Com objetivo de fomentar a leitura e a escrita, ao passo que estimula o surgimento de novos escritores e escritoras nas cidades de Cachoeira e São Félix, a Portuário Atelier Edi
As Oficinas do Poesia Ouvida começaram sábado, dia 29, foi incrível!
No último sábado, dia 29 de abril, a Portuário recebeu inscritos, inscritas de Cachoeira e São Felix, além de convidades como o poeta e mestre tipógrafo Rony Bonn @ronybonn e
Poesia Ouvida segue tecendo leituras e escritas nas cidades de Cachoeira e São Felix
As Oficinas de Leituras, Escritas e Investigação Literária Poesia Ouvida seguem tecendo nas cidades de Cachoeira e São Felix o fio condutor da leitura de mundo e literária, da
8 Gifts for the Bride She Will Never Forget
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Somos um Atelier Editorial colaborativo, sediado à margem esquerda do rio Paraguaçu, em Cachoeira, no Recôncavo da Bahia, Brasil.
Atuamos com o propósito de fortalecer a bibliodiversidade a partir da edição de livros, do fomento à leitura, elaboração, produção e gestão de projetos lítero-culturais.
Nossas intervenções articulam parcerias com profissionais e organizações culturais em projetos de cooperação cultural internacional com Nuestra América e África lusófona. O Programa Oju Aiye de Leituras e Escritas, resulta desse esforço coletivo: um conjunto de ações integrando linguagens e práticas artísticas, saberes e fazeres ancestrais que enlaçam de maneira transdisciplinar leituras, grafias, escrita e o ecossistema do livro.
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Somos um Atelier Editorial colaborativo, sediado à margem esquerda do rio Paraguaçu, em Cachoeira, no Recôncavo da Bahia, Brasil.
Atuamos com o propósito de fortalecer a bibliodiversidade a partir da edição de livros, do fomento à leitura, elaboração, produção e gestão de projetos lítero-culturais.
Nossas intervenções articulam parcerias com profissionais e organizações culturais em projetos de cooperação cultural internacional com Nuestra América e África lusófona. O Programa Oju Aiye de Leituras e Escritas, resulta desse esforço coletivo: um conjunto de ações integrando linguagens e práticas artísticas, saberes e fazeres ancestrais que enlaçam de maneira transdisciplinar leituras, grafias, escrita e o ecossistema do livro.
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Caruru dos Sete Poetas: Recital com gostinho de dendê
Tradicional evento da literatura baiana, há vinte anos fortalecendo a bibliodiversidade, da tradição afrobarroca à contemporaneidade literária tecida em voz, corpo e escrita na Améfrica Literária. Em analogia aos sete meninos das manifestações religiosas, o caruru reúne sete poetas e um público diverso para celebrar a arte da palavra em intercâmbios, ações formativas, quermesse de livros, recitais e "edu_aquilombamentos" que reverberam para além do evento em si.
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Quilombo Amefricano de Literaturas
Nossa proposta é internacionalizar a arte da palavra negra baiana, em especial a do Recôncavo, por meio da difusão e articulação de suas obras e propostas em redes literárias territorializadas na chamada Amefrica (Gonzalez, 1983). Um território politico-cultural atravessado por invasões eurocentradas, constituído por povos originários indígenas e africanos trazidos à revelia. O Quilombo e o Terreiro nos reinventaram para que pudéssemos re-existir enquanto continente.
Diferente da Slave Routs evidenciada pela UNESCO em 1994, propõe-se reconhecer a arte e artistas da palavra desses territórios pela lente que nos e comum: manter a resistência da travessia atlântica. As literaturas produzidas nas Américas são diversas e revelam expressões poéticas alinhadas a diferentes tradições lítero-culturais, notadamente, as eurocentradas. A literatura terreira (FREITAS, 2022), embora rica, não.
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Caruru dos Sete Poetas: Recital com gostinho de dendê
Tradicional evento da literatura baiana, há vinte anos fortalecendo a bibliodiversidade, da tradição afrobarroca à contemporaneidade literária tecida em voz, corpo e escrita na Améfrica Literária. Em analogia aos sete meninos das manifestações religiosas, o caruru reúne sete poetas e um público diverso para celebrar a arte da palavra em intercâmbios, ações formativas, quermesse de livros, recitais e "edu_aquilombamentos" que reverberam para além do evento em si.
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Quilombo Amefricano de Literaturas
Nossa proposta é internacionalizar a arte da palavra negra baiana, em especial a do Recôncavo, por meio da difusão e articulação de suas obras e propostas em redes literárias territorializadas na chamada Amefrica (Gonzalez, 1983). Um território politico-cultural atravessado por invasões eurocentradas, constituído por povos originários indígenas e africanos trazidos à revelia. O Quilombo e o Terreiro nos reinventaram para que pudéssemos re-existir enquanto continente.
Diferente da Slave Routs evidenciada pela UNESCO em 1994, propõe-se reconhecer a arte e artistas da palavra desses territórios pela lente que nos e comum: manter a resistência da travessia atlântica. As literaturas produzidas nas Américas são diversas e revelam expressões poéticas alinhadas a diferentes tradições lítero-culturais, notadamente, as eurocentradas. A literatura terreira (FREITAS, 2022), embora rica, não.