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CARURU DOS SETE POETAS
Quilombo da palavra que transformou Cachoeira em território da literatura amefricana jlaf Mahat Alàiyé* Há festas que acontecem. E há festas que permanecem. O Caruru dos Sete
Poesia da cor do azeite e do sabor do sagrado: 21 anos do Caruru dos Sete Poetas
Há tempos venho refletindo sobre os limites e as possibilidades da gestão cultural em territórios marcados por saberes ancestrais. Não me refiro apenas à gestão como técnica
Rádi Oliveira e o sopro da palavra ancestral: uma poética do Recôncavo para Nuestra Améfrica
jlaf mahat alàyié Quando a Revista Crescer anunciou Terreiro Enluarado entre os 30 livros infantis mais importantes de 2026, o reconhecimento ultrapassou a celebração de uma ob
Entre aboios, memória e literatura: Pablo Rios transforma o sertão da Bacia do Jacuípe em narrativa viva
Romance publicado pela Portuário Atelier Editorial apresenta o sertão da Bacia do Jacuípe como território de memória, linguagem e resistência cultural Há livros que parecem
PORTUÁRIO ATELIER EDITORIAL: Literatura para juntar gente
No coração do Recôncavo Baiano, território historicamente marcado pelos encontros entre África, América Latina e Caribe, nasce a experiência editorial da Editora Portuário:
A educação negada: uma leitura urgente para pensar a América Latina
jlaf mahat alaiye Publicado pela Portuário Atelier Editorial, o livro A educação negada: contribuições a partir de um pensamento americano, do pesquisador argentino José Alej
O Relógio que desaprendeu a correr: a escrita de Jamal Wallace, em Instantes
Por jlaf mahat àlàiyé. Há cidades onde o tempo não se mede por ponteiros, mas por marés e sombras que se alongam nas pedras coloniais. É nesse cenário, sob o sol do Recônc
Davi Nunes na Bett Brasil 2026: literatura amefricana, educação e circulação de saberes desde o Recôncavo Baiano
A participação do escritor baiano Davi Nunes na Bett Brasil 2026 representa não apenas um importante marco em sua trajetória literária, mas também um movimento estratégico p
A Oficina de Leitura, Escrita e Investigação Literária – Poesia OuVida abrirá inscrições gratuitas dia 27 de abril
A Oficina se constitui como uma das principais ações do Programa de Incentivo à Leitura Oju Aiyê, desenvolvido pela Portuário. Inserida em uma perspectiva que articula cultura

Somos um Atelier Editorial colaborativo, sediado à margem esquerda do rio Paraguaçu, em Cachoeira, no Recôncavo da Bahia, Brasil.
Atuamos com o propósito de fortalecer a bibliodiversidade a partir da edição de livros, do fomento à leitura, elaboração, produção e gestão de projetos lítero-culturais.
Nossas intervenções articulam parcerias com profissionais e organizações culturais em projetos de cooperação cultural internacional com Nuestra América e África lusófona. O Programa Oju Aiye de Leituras e Escritas, resulta desse esforço coletivo: um conjunto de ações integrando linguagens e práticas artísticas, saberes e fazeres ancestrais que enlaçam de maneira transdisciplinar leituras, grafias, escrita e o ecossistema do livro.
teste teste

Somos um Atelier Editorial colaborativo, sediado à margem esquerda do rio Paraguaçu, em Cachoeira, no Recôncavo da Bahia, Brasil.
Atuamos com o propósito de fortalecer a bibliodiversidade a partir da edição de livros, do fomento à leitura, elaboração, produção e gestão de projetos lítero-culturais.
Nossas intervenções articulam parcerias com profissionais e organizações culturais em projetos de cooperação cultural internacional com Nuestra América e África lusófona. O Programa Oju Aiye de Leituras e Escritas, resulta desse esforço coletivo: um conjunto de ações integrando linguagens e práticas artísticas, saberes e fazeres ancestrais que enlaçam de maneira transdisciplinar leituras, grafias, escrita e o ecossistema do livro.
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Caruru dos Sete Poetas: Recital com gostinho de dendê
Tradicional evento da literatura baiana, há vinte anos fortalecendo a bibliodiversidade, da tradição afrobarroca à contemporaneidade literária tecida em voz, corpo e escrita na Améfrica Literária. Em analogia aos sete meninos das manifestações religiosas, o caruru reúne sete poetas e um público diverso para celebrar a arte da palavra em intercâmbios, ações formativas, quermesse de livros, recitais e "edu_aquilombamentos" que reverberam para além do evento em si.
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Quilombo Amefricano de Literaturas
Nossa proposta é internacionalizar a arte da palavra negra baiana, em especial a do Recôncavo, por meio da difusão e articulação de suas obras e propostas em redes literárias territorializadas na chamada Amefrica (Gonzalez, 1983). Um território politico-cultural atravessado por invasões eurocentradas, constituído por povos originários indígenas e africanos trazidos à revelia. O Quilombo e o Terreiro nos reinventaram para que pudéssemos re-existir enquanto continente.
Diferente da Slave Routs evidenciada pela UNESCO em 1994, propõe-se reconhecer a arte e artistas da palavra desses territórios pela lente que nos e comum: manter a resistência da travessia atlântica. As literaturas produzidas nas Américas são diversas e revelam expressões poéticas alinhadas a diferentes tradições lítero-culturais, notadamente, as eurocentradas. A literatura terreira (FREITAS, 2022), embora rica, não.
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Caruru dos Sete Poetas: Recital com gostinho de dendê
Tradicional evento da literatura baiana, há vinte anos fortalecendo a bibliodiversidade, da tradição afrobarroca à contemporaneidade literária tecida em voz, corpo e escrita na Améfrica Literária. Em analogia aos sete meninos das manifestações religiosas, o caruru reúne sete poetas e um público diverso para celebrar a arte da palavra em intercâmbios, ações formativas, quermesse de livros, recitais e "edu_aquilombamentos" que reverberam para além do evento em si.
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Quilombo Amefricano de Literaturas
Nossa proposta é internacionalizar a arte da palavra negra baiana, em especial a do Recôncavo, por meio da difusão e articulação de suas obras e propostas em redes literárias territorializadas na chamada Amefrica (Gonzalez, 1983). Um território politico-cultural atravessado por invasões eurocentradas, constituído por povos originários indígenas e africanos trazidos à revelia. O Quilombo e o Terreiro nos reinventaram para que pudéssemos re-existir enquanto continente.
Diferente da Slave Routs evidenciada pela UNESCO em 1994, propõe-se reconhecer a arte e artistas da palavra desses territórios pela lente que nos e comum: manter a resistência da travessia atlântica. As literaturas produzidas nas Américas são diversas e revelam expressões poéticas alinhadas a diferentes tradições lítero-culturais, notadamente, as eurocentradas. A literatura terreira (FREITAS, 2022), embora rica, não.







