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Livro de contos “instantes”, de Jamal Wallace, inaugura a Coleção Améfrica Literária
A publicação de Instantes, do escritor e antropólogo visual Valdir Alves — que assina como Jamal Wallace — marca a abertura oficial da Coleção Améfrica Literária, novo e
2º Encontro Estadual da Periferia Brasileira de Letras – Seção Bahia (PBL-BA)
A Casa Amefricana da Poesia participou, no último 25 de fevereiro de 2026, da reunião preparatória para o 2º Encontro Estadual da Periferia Brasileira de Letras – Seção Bah
A PERSISTÊNCIA DA GUERRA COLONIAL – CONTRATERRORISMO, “DEMOCRACIAS” E SOBERANIA NACIONAL – part. 2
De uma posição crítica forte e claramente analítica, evocando o vocabulário da geopolítica e dos estudos a cerca das questões coloniais, penso a persistência da lógica da
5 ANOS DA COLEÇÃO PASSEIO INTERIOR
Celebração | Memória | Circulação Depois de um 2020 marcado por desafios, perdas e profundas ressignificações, a poesia foi um dos territórios onde seguimos respirando. Há
A PERSISTÊNCIA DA GUERRA COLONIAL
– CONTRATERRORISMO, “DEMOCRACIAS” E SOBERANIA NACIONAL Em tempos de se cumprir profecias reais e não utopias inóspitas nas quais não se pode habitar ninguém, o mundo tal
Instantes, de Jamal Wallace, em pré-venda !
A publicação do livro Instantes, de Jamal Wallace, pseudônimo do escritor e antropólogo visual Valdir Alves, inaugura a edição da Améfrica Literária, uma Coleção de
Quinto Episódio do podcast Quilombo da Palavra já está no ar
Nesse Episódio, compartilhamos a vivência que tivemos na Casa de África, em Havana, Cuba, durante o primeiro Quilombo Amefricano de Literaturas. Sinécio Verdecia Diaz, poeta cu
Pedro Abib estreia na ficção com GENI, romance corajoso e politicamente engajado
Depois de se destacar como músico, cineasta, professor universitário e pesquisador das culturas populares, Pedro Abib lança GENI, seu romance de estreia, em que a literatura se
Escritorxs de Cachoeira e São Felix, no Recôncavo da Bahia, representarão o Brasil na Colômbia e em Cuba
Dez artistas da palavra do Recôncavo baiano em uma experiência internacional de aquilombamento, compartilhando com artistas do caribe colombiano e cubano o intuito de envolver e

Somos um Atelier Editorial colaborativo, sediado à margem esquerda do rio Paraguaçu, em Cachoeira, no Recôncavo da Bahia, Brasil.
Atuamos com o propósito de fortalecer a bibliodiversidade a partir da edição de livros, do fomento à leitura, elaboração, produção e gestão de projetos lítero-culturais.
Nossas intervenções articulam parcerias com profissionais e organizações culturais em projetos de cooperação cultural internacional com Nuestra América e África lusófona. O Programa Oju Aiye de Leituras e Escritas, resulta desse esforço coletivo: um conjunto de ações integrando linguagens e práticas artísticas, saberes e fazeres ancestrais que enlaçam de maneira transdisciplinar leituras, grafias, escrita e o ecossistema do livro.
teste teste

Somos um Atelier Editorial colaborativo, sediado à margem esquerda do rio Paraguaçu, em Cachoeira, no Recôncavo da Bahia, Brasil.
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Nossas intervenções articulam parcerias com profissionais e organizações culturais em projetos de cooperação cultural internacional com Nuestra América e África lusófona. O Programa Oju Aiye de Leituras e Escritas, resulta desse esforço coletivo: um conjunto de ações integrando linguagens e práticas artísticas, saberes e fazeres ancestrais que enlaçam de maneira transdisciplinar leituras, grafias, escrita e o ecossistema do livro.
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Caruru dos Sete Poetas: Recital com gostinho de dendê
Tradicional evento da literatura baiana, há vinte anos fortalecendo a bibliodiversidade, da tradição afrobarroca à contemporaneidade literária tecida em voz, corpo e escrita na Améfrica Literária. Em analogia aos sete meninos das manifestações religiosas, o caruru reúne sete poetas e um público diverso para celebrar a arte da palavra em intercâmbios, ações formativas, quermesse de livros, recitais e "edu_aquilombamentos" que reverberam para além do evento em si.
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Quilombo Amefricano de Literaturas
Nossa proposta é internacionalizar a arte da palavra negra baiana, em especial a do Recôncavo, por meio da difusão e articulação de suas obras e propostas em redes literárias territorializadas na chamada Amefrica (Gonzalez, 1983). Um território politico-cultural atravessado por invasões eurocentradas, constituído por povos originários indígenas e africanos trazidos à revelia. O Quilombo e o Terreiro nos reinventaram para que pudéssemos re-existir enquanto continente.
Diferente da Slave Routs evidenciada pela UNESCO em 1994, propõe-se reconhecer a arte e artistas da palavra desses territórios pela lente que nos e comum: manter a resistência da travessia atlântica. As literaturas produzidas nas Américas são diversas e revelam expressões poéticas alinhadas a diferentes tradições lítero-culturais, notadamente, as eurocentradas. A literatura terreira (FREITAS, 2022), embora rica, não.
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