Esta é uma loja Portuário Atelier Editorial Dispensar
Pular para o conteúdo
A Portuário Atelier Editorial é um selo da Bibliosfera Criativa Brasil, ecossistema dedicado ao fomento, articulação, promoção e difusão da cultura escrita no país. Nesse arranjo, a Portuário atua no campo da edição, enquanto a Livraria Amefricana constitui o vetor de circulação e comercialização de obras, estruturando, em conjunto, uma cadeia integrada do livro orientada pela bibliodiversidade.
Sediada em Cachoeira, no Recôncavo da Bahia — às margens do rio Paraguaçu, na Baía de Todos os Santos — a Portuário nasce na Améfrica como casa editorial e território de travessia da Améfrica Literária. Um espaço onde a palavra opera como dispositivo de deslocamento, reinscrição de memórias e projeção de futuros.
A editora compreende o livro como um “universo entre duas capas”: corpo-registro, matéria sensível e tecnologia ancestral de transmissão de saberes. A partir dessa perspectiva, desenvolve um catálogo voltado prioritariamente à poesia e a obras no campo das ciências sociais e da educação, afirmando as literaturas amefricanas como campo dinâmico de produção estética, pensamento crítico e continuidade histórica.
Sua atuação editorial está articulada a práticas ampliadas de cultura, integrando projetos, ações formativas e iniciativas de difusão que tensionam os limites entre escrita, oralidade, memória e território. Nesse sentido, a Portuário não apenas publica livros, mas participa ativamente da construção de uma bibliosfera crítica, plural e territorializada.
Missão
Cultivar a leitura e a escrita como práticas de emancipação, fortalecendo a bibliodiversidade por meio da edição, produção e difusão de obras que expressem poéticas e epistemologias afrocentradas.
Visão
Consolidar o Recôncavo Baiano — enquanto expressão da Améfrica Literária — como território lítero-cultural de referência, projetando suas autorias, saberes e cosmopercepções nos circuitos nacional e internacional do livro e da leitura.
Valores
A Portuário fundamenta sua atuação na afrocentricidade, no compromisso ético-comunitário, no rigor técnico do fazer editorial e na compreensão da cultura como direito fundamental e legado civilizatório.