Mulheres sagradas, de Aidil Araújo

Mulheres sagradas, de Aidil Araújo

Sobre a autora

Aidil Araújo Lima cresceu na cidade de Cachoeira (BA). Após andanças pela vida retorna a terra da infância, dedicando-se a escrever, alinhavando o tempo, costurando palavras. Cursou Filosofia e Jornalismo na Universidade Católica de Salvador. Com contos e poesias premiados: Menção Honrosa, conto Resistência, Cleber Onias Guimarães, Tatuapé SP em novembro 2007; Destaque prova/verso, Poetas Del Mundo, outubro 2009. Prêmio Passarinho de Literatura – Editora Kazuá, maio 2016. Participou das antologias: Mil Poemas a Gonçalves Dias em outubro 2013, Jubileu de Ouro de Mogi das Cruzes (premiação e antologia), com o conto Ponto de Cruz; Contos publicados pela Revista Philos em março e julho de 2016. Tal revista é distribuída em sua versão impressa em países latinos e europeus; Cartografia Mapa da Palavra, Fundação Cultural do Estado da Bahia, outubro 2016, com participação em roda de conversa com outros escritores na FLICA; Revista de Literatura da União Latina, Revista Philos, maio 2017; Membro do Portal Escritoras Negras da Bahia julho 2017; Profundanças II, Antologia Literária e Fotográfica, vooaudiovisual.com.br, junho 2017. Coleção Tinta Preta (Portuário Atelier Editorial, 2021)

Descrição

O livro, além da narrativa poética, possui uma linguagem que canta, fiel a expressão das mulheres que se reinventam a todo instante. Escapulindo do lamento-destino tão certo, essas mulheres se conectam a natureza através do canto bordado, da fé. Passeiam por lugares não percorridos, revelando sentimentos escondidos, guardados, silenciados. Como no conto Quando a lua fecha os olhos – “ Respiração assustada. Lágrimas estancadas – tentando distrair a tristeza, ela leu o nome do já ido a frente, era de Mariana. Sim. Mariana. Mulher guerreira. Tinha uma quitanda de doces, coitada, aceitou os restos de carinho nos escuros da vida, até depois da vida na sua lápide, nenhum poesia. Pensou em quantas mulheres viviam amores invisíveis. (…)”.

Mulheres Sagradas publica 32 contos de Aidil Araújo, distribuídos em 124 páginas.

Segundo a escritora Rita Santana, que também faz o prefácio do livro, Aidil é uma “uma voz necessária, forte, urgente!”.

Que tal escutar esse canto?

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