Descrição
O livro, além da narrativa poética, possui uma linguagem que canta, fiel a expressão das mulheres que se reinventam a todo instante. Escapulindo do lamento-destino tão certo, essas mulheres se conectam a natureza através do canto bordado, da fé. Passeiam por lugares não percorridos, revelando sentimentos escondidos, guardados, silenciados. Como no conto Quando a lua fecha os olhos – “ Respiração assustada. Lágrimas estancadas – tentando distrair a tristeza, ela leu o nome do já ido a frente, era de Mariana. Sim. Mariana. Mulher guerreira. Tinha uma quitanda de doces, coitada, aceitou os restos de carinho nos escuros da vida, até depois da vida na sua lápide, nenhum poesia. Pensou em quantas mulheres viviam amores invisíveis. (…)”.
Mulheres Sagradas publica 32 contos de Aidil Araújo, distribuídos em 124 páginas.
Segundo a escritora Rita Santana, que também faz o prefácio do livro, Aidil é uma “uma voz necessária, forte, urgente!”.
Que tal escutar esse canto?






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