Uncategorized2º Encontro Estadual da Periferia Brasileira de Letras – Seção Bahia (PBL-BA)

2º Encontro Estadual da Periferia Brasileira de Letras – Seção Bahia (PBL-BA)

A Casa Amefricana da Poesia participou, no último 25 de fevereiro de 2026, da reunião preparatória para o 2º Encontro Estadual da Periferia Brasileira de Letras – Seção Bahia (PBL-BA), realizada na sede do Grupo de Arte Popular A Pombagem, na Casa do Museu Popular da Bahia, na Fazenda Grande do Retiro, em Salvador. A Casa do Museu é dirigida pelo filósofo, poeta e diretor de teatro Fabrício Brito, que compartilha a gestão com artistas e agentes do Coletivo.

O encontro integrou a agenda da Periferia Brasileira de Letras, iniciativa vinculada à Fiocruz por meio da Cooperação Social, e reuniu coletivos, agentes culturais e organizações comprometidas com a literatura, a leitura e as artes da palavra nas periferias baianas. O Coordenador do Projeto na FioCruz, Felipe Eugênio, esteve presente no encontro e expôs o quanto a Bahia tem contribuído nesse processo coletivo que é a PBL, que se distingue por ser formada de Coletivos e não de “autores, autoras, como se conhece tradicionalmente.

Na ocasião, a Casa Amefricana da Poesia contribuiu com sua experiência acumulada na realização do Quilombo Amefricano de Literaturas — articulado entre Cuba, Colômbia e Brasil — compartilhando metodologias de cooperação internacional sul-sul, práticas de circulação literária e estratégias de fortalecimento de redes territoriais de escrita e formação leitora, levando em consideração o tecido histórico das diretrizes e articulações internacionais da UNESCO, CERLALC e OEI.

O Diretor executivo da Casa Amefricana, João Vanderlei de Moraes Filho, apresentou um panorama dos avanços e desafios das políticas culturais para o livro e a leitura no Brasil, destacando a centralidade da participação ativa dos coletivos literários nas consultas públicas convocadas pelo Estado. Ressaltou-se que esses espaços institucionais são estratégicos para inscrever o local nos Planos de Leitura, ai se desperta a poética emancipatória dos territórios — garantindo que as experiências periféricas não apenas circulem, mas incidam diretamente na formulação das políticas públicas.

O Encontro contou com a participação de distintos Coletivos Artísticos da Bahia e notadamente da Região Metropolitana de Salvador, além de representantes de secretarias e programas estaduais com objetivo de atuar de forma favorável à juventude

Seguimos firmes na construção de uma articulação amefricana que compreende o livro como bem cultural, instrumento de cidadania e tecnologia de transmissão de memória, imaginação e futuro.

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